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Look do dia – 25-06-2015

O Polyvore tem dessas: nunca tem o que estou usando de verdade. Meu coturno, por exemplo, não é Doc Martens – é do Vilela ( ❤ ), mas isso aí é o mais parecido que achei lá. O casaco Adidas, na real, é azul marinho – mas azul marinho não tinha no Polyvore. Tudo bem. A gente adapta. O importante é se proteger do frio. 🙂
Look do dia - 25-06-2015
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Só a diretoria

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Puro amor

Créditos: ClassicStarWars no Twitter.

Zeraram a internet de novo

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Peguei no Twitter @classicStarWars. E é verdade.

Até derrramei uma lagriminha ao assistir ao trailer do ep. VII – The Force Awakens. E nem foi de desgosto.

Parque temático de Star Wars? Há rumores…

Hoje, 25 de maio, é conhecido como O Dia Da Toalha, em honra de Douglas Adams, autor da série de livros nonsense ‘O Guia do Mochileiro das Galáxias’. Você frequenta esse blog. Você já sabia. Você sabe, inclusive, que o lance da toalha tem a ver com passagens do livro (que ‘prega’, digamos, que você deve levar uma toalha pra onde for, pois é um objeto muito, muito útil. 

Há também quem comemore um tal de orgulho nerd, que apesar da nobreza do gesto, às vezes chega a extremos que me enchem de vergonha: não dá pra ser nerd e ser normal? Tem que fazer cosplay? Tem que fazer manifestos constrangedores “pelo direito de não ter que sair de casa” ou “pelo direito de jogar Tibia”??? Meu deus. Na minha época, dava pra ser nerd e legal ao mesmo tempo.

Mas por que o orgulho nerd, minha gente? Porque além de Dia-do-guia-do-mochileiro-das-galáxias, 25 de maio também foi, há muito tempo atrás mas nessa mesma galáxia, o dia da estreia mundial de Guerra nas Estrelas. Juntando dois ícones da nerdice mundial (porque não rolou nada de relevante em Star Trek nessa data, então podemos ignorar Star Trek e nos ater só ao que importa, certo?), deu nisso: o dia dos manifestos nerds constrangedores.

Como nerd TRU, assumida e oldschool, não poderia perder a data: cês tão sabendo que vai abrir uma STAR WARS LAND na Disney, né?

OS NERD PIRA.

Bom, são só rumores. Mas é de rumores e de fãs fervorosos incentivando esses projetos que se faz o boca a boca, é de rumores que os bons executivos de marketing tiram suas ideias. A Disney sabe bem disso. AVANTE, VINGADORES!

E como tudo é hipertexto e gestalt, vamos lá: falando de parque temático de ficção científica e de Vingadores, vocês sabem que Jack Kirby já fez o projeto de um parque temático inspirado em um livro de sic-fi, não sabem? A história é muito louca e envolve a CIA num imbroglio diplomático com o Irã. Hoje, dia do orgulho nerd, você precisa ler isso pra virar um nerd de respeito com as gatinhas (se bem que eu diria: “se você é UMA nerd, macharada vai curtir se você mencionar essa história. Marido, por exemplo, adora conversar sobre quadrinhos, e eu dou a maior trela, porque também adoro).

Voltando à Star Wars Land na Disney de Paris, tão dizendo que você poderá lanchar na CANTINA DE MOS EISLEY. 2015, minha gente. 2015 é logo ali.


http://youtu.be/FWO5Ai_a80M

E os alien COMEMORA.

Bom 25 de maio pra você!

Saber como ‘Star Wars’ foi feito equivale a uma aula de cinema

‘Império de Sonhos: A História da Trilogia Star Wars’ é um documentário de duas horas e meia sobre… a história da trilogia Star Wars. Mas, supondo que você frequente este blog e nem goste de Star Wars, vale pela AULA de cinema.

Porque o documentário rastreia desde o início do processo de criação de George Lucas, suas referências, o roteiro escrito  – que ficou enorme, tanto que ele precisou dividir em 3 partes – e aí vem a parte boa:

  • ‘Guerra nas Estrelas’ fez um pusta sucesso porque era o filme que a garotada queria ver naquela época (alô ‘vamos falar com o público’)
  • O filme foi vendido para a Fox sem o roteiro, mas com um lindo projeto que incluía as referências visuais, tão boas que viraram o desenho de produção definitivo (quer dizer, você pode nem ter o roteiro pronto, mas tem que encher os olhos de quem vai investir nele e tem que ter noção de orçamento x estimativa de público)
  • Ou seja: não economize na apresentação do projeto
  • Enquanto o filme ainda estava na produção, o gibi foi lançado. Foi uma forma de testar o universo com seu público alvo (nesse caso, crianças, jovens e fãs de fantasias de ficção). Deu certo.
  • Ainda nesta fase, o público foi trabalhado com teasers e boca a boca. Quando estreou, já tinham IMENSAS FILAS para conferir o filme.
  • George Lucas trabalhou por um salário bem baixo para um filme deste porte. Mas ganhou MUITA GRANA em licenciamento de produtos. Quer dizer: é jogo fazer uma obra que dê margem ao licenciamento de uma ampla gama de produtos, ficar atento aos contratos que dizem respeito aos seus direitos, ganhar uma grana fodida em cima e poder investir o que você ganhou em infraestrutura pra produzir o que você quiser sem depender de investidores (que podem não estar interessados no seu trabalho).

Mas não é só isso. O filme mostra o passo a passo da criação do primeiro filme – referências, roteiro, projeto, escolha de equipe, elenco, pré-produção, filmagens, efeitos, dublês, pós-produção, som, trilha, lançamento, marketing. E como cada uma dessas etapas faz uma baita diferença no conjunto da obra pronta.

Pra quem é fanboy, claro, ver cada passo desses no filme é emocionante. Uau, o primeiro teste de elenco, imagina se Kurt Russel ganhasse o papel de Han Solo? Uau, os sabres laser! Uau, as maquetes! Uau, uau, UAU! Não tem nada de acabar a magia do filme vendo o processo de produção, gente. Pelo contrário. É perceber que esses caras são REALMENTE mágicos.

Recomendo. E como não sou eu que vou estimular a pirataria, cata direto do Google pra saber onde tem. 😉

Pra entender ‘Fanboys’ tem que ter Star Wars no coração

Depois de ouvir de várias fontes, todas infames, que hoje é o Star Wars Day (“May the 4th be with you” – AI! SOCORRO!), resolvi comemorar a coincidência publicando esse post que estava escrito desde ontem de manhã. Para ler ouvindo ‘Spring 1999’, do Hill Valleys. Você ainda tem a demo? Eu guardo a minha até hoje.

* * *
Chapada de antiinflamatório e relaxante muscular, resta à pessoa abrir mão da social de sábado em prol das pernas que tanto se sentem bem dançando e pedalando, que hoje estão inutilizadas. Então deitei e resolvi ver um filminho, sabendo que não passaria dos primeiros vinte minutos: já passava de meia noite, o ser humano estava quentinho enrolado no edredom de onça e a única luz acesa era a do monitor.

Quem me conhece bem (família e amigos muito, muito, muito chegados) sabe que essa é a CNTP para que a reação ‘fechar pálpebras / dormir profundamente’ ocorra com muita facilidade. Muita mesmo. É necessário que me cutuquem e perguntem de dez em dez minutos se estou acordada. Normalmente, não estou.

Mas ‘Fanboys’, mais uma dica da Poplist (aliás, agora reconsidero minha proposta de ter um HD de apenas 40gb pra fazer backups constantes – estou pensando seriamente em ampliar o espaço para arquivos, porque tá ficando difícil!), me deixou acordada do começo ao fim. É filme pra gente como eu, entendam.

Os personagens são os típicos garotões adultos que se recusam a crescer e ficam jogando videogame na garagem, trabalhando numa locadora/loja de quadrinhos e nerdices em geral. Um deles arrumou um emprego de camisa social, mas ainda tem Star Wars no coração. E um deles tem um câncer terminal.

O ano é 1998, e talvez Linus não esteja vivo até a data da pré-estréia do Episódio 1, então os garotões decidem pegar uma van e partir numa road trip até o Rancho Skywalker, determinados a ver o primeiro screening do filme.

Sente o trailer:


Godzilla Versus Disco Lando

Tem que ter Star Wars no coração:

Carnaval no escritório

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