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Experimentos em lightpainting

Arte sempre me divertiu, mas isso aqui é fantástico: é só abrir o obturador, apagar a luz e ZAZ! Dá pra desenhar no ar com uma lanterna. Aqui, meus primeiros experimentos em lightpainting. Espero aprimorar em breve 🙂

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Fotos antigas de mulheres nuas com bambolês. Que fetiche curioso!

Minha experiência e pesquisa com bambolês me mostra que, sim, a dança com bambolês pode fazer maravilhas para a autoestima feminina. É uma dança, ora bolas. Uma dança circular, que remete aos dervishes e a rituais femininos ancestrais, que pode te colocar num perfeito transe. Uma dança que trabalha principalmente os quadris e cintura – você pode chamar de chacra de raiz ou plexo solar, pode chamar como quiser, mas o fato é que trabalhar essas regiões é trabalhar sexualidade e energia vital. Pra não falar que realizar atividades lúdicas pode ser fantástico para a redução do estresse e estímulo dos dois lados do cérebro. Quer dizer: só pode ser legal.

Até bem pouco tempo atrás, o bambolê ainda era apenas associado a brincadeiras infantis. Só recentemente (aqui no Brasil, pelo menos) que as loucas do bambolê assumiram que nunca deixaram de bambolear e agora podem ser vistas por aí dando pinta em festinhas e blocos de carnaval. Mas antes, bem antes, bambolê já era sexy – numa época em que mulher pelada aparecia emulando a vênus de Botticeli.

Pois foi a Allice RedDesire quem me contou – e de sensualidade feminina ela entende, já que é uma das poucas dançarinas de burlesco do Rio de Janeiro. Eu já conhecia esse site, já conhecia algumas dessas fotos dos anos 20 com mulheres portando bambolês, mas não sabia quem era o artista por trás: Alfred Cheney Johnston, fotógrafo do ZiegFeld Follies. Pra quem não conhece, Ziegfeld Follies era aquele show de variedades com coristas, dançarinas, cantoras, todas lindas e talentosas.

As fotos das moças com bambolês são incríveis, pode clicar neste link sem medo. Apesar de um ou outro peitinho de fora (incluindo os das jovem Louise Brooks), vai na fé que está léguas longe de ser pornografia. No artigo, a autora Lara Eastburn desvenda o mistério dos bambolês: são props e objetos cênicos, sim. Mas também são molduras e chamam a atenção para as pernas nas fotos, e podem facilmente remeter ao sol, à lua, a planetas – uma alusão aos corpos celestes.

http://www.pinterest.com/pin/190699365441955320/

Se você tiver gostado, fique com mais fotos das gatinhas do Ziegfeld Follies – seja para babar nas moças ou nos figurinos. O aniversário é meu, mas quem ganha presente é você 🙂

Troféu "honestidade em foto publicitária de comida" do ano

E o troféu “honestidade em foto publicitária de comida do ano” vai para…

Cacau Show, pelo sensacional panetone que REALMENTE tem recheio cremoso como o da foto.

Parabéns, Cacau Show!! Continuem com o excelente trabalho com esse panetone sensa de maracujá!

(Não, este não é um publi-post, paguei alguns reais na iguaria – mas, confesso, muito bem gastos, nhammmm)

Fotografando sonhos

Esta noite, sonhei que fotografava uma espécie de templo zen pós-apocalíptico com a Diana, a Olympus Pen *e* com a Polaroid, depois de anos sem conseguir filme pra ela. Marido estava junto, mas certamente não se lembra. Odeio quando isso acontece, odeio. As melhores fotos da minha vida são tiradas em sonho. Quando acordo… puf! Não consigo mostrar pra ninguém.

Se eu fosse uma artista talentosa, talvez conseguisse reproduzir as paisagens em papel e lápis, mas… mas… dependo de câmeras. Pelo menos gozo de boa memória e consigo lembrar com perfeição o lago em volta, as chuvas e o apego que eu tinha à minha mochila, pra não perder as câmeras que guardavam os registros daquele lugar incrível.

Ah, se eu pudesse fotografar meus sonhos!!!


http://youtu.be/_LpmrZbTu1o

Eles não ligam pra gente

Eu realmente queria ser daquelas pessoas que têm blogs de coisas lindas, fofas e inspiradoras. Aquelas fotos que parece que foram reveladas em color processing, carregadas no magenta; decoração campestre, trabalhos manuais, cupcakes, passarinhos e balões de gás coloridos.

Mas aíííí…


Michael!!

Aí eu vejo esse tipo de coisa e não resisto, preciso compartilhar com vocês.

(a foto saiu daqui)

Mundo animal: tartaruguinhas curtindo uma suruba

suruba, putaria, orgia

Quer dizer, ‘curtindo’ é modo de falar: tem tartaruguinha TENSA na parada:

tartaruguinha tensa

Legendas, por favor.

Diversões divertidas

Lazer é meta. Ver beleza nas coisas é necessidade.

Diversões Maracanã

Suruba

A foto é velha, mas eu gosto:

Suruba

Essa tromba desse elefantinho azul no canto inferior direito… sei não.

Interrompemos as resenhas de filme…

…para falar de outro tipo de filme, o filme fotográfico de 120mm! Sim! Fotografia analógica é o bicho!

Munida de uma câmera toda de plástico, com regulagem manual (a linda Diana F+, presente de natal do namorado!) e um filme que, na grande seca de janeiro de 2010, só se podia encontrar na versão ASA 160 (bem baixa, aliás), fiz umas fotinhos graciosas. Outras nem tanto. Outras simplesmente se recusaram a sair. É a maior tentativa e erro, mas vamos nessa, a ideia é ficar boa nisso. A pracinha em Araruama ficou realmente boa:

primeiros rolos da Diana - Araruama

e a dupla exposição acidental até que deu uma graça às poucas fotos que saíram:

primeiros rolos da Diana - 50 anos de tia Martha

Gasta-se uma certa verba de revelação de filme, mas a diversão não tem preço:

primeiros rolos da Diana - meu primeiro lightpainting

Namorado é tão apaixonado por imagem quanto eu e se diverte não apenas me ajudando nos projetos, mas também quando vê minha felicidade quase infantil quando consigo uma foto boa.

As 18 fotos que saíram das 32 tiradas estão aqui, umas boas, outras terríveis, mas é assim mesmo. A cada foto superexposta, um aprendizado.

E vamos nessa. A diversão não pode parar.

Cavalinhos

cavalinhos

I would choose the darkest horse
That’s the horse I’d ride
The stables would be shadowy
and we’d start the race behind…

(música mais linda do ano. juro. tem mais Bishop Allen aqui)

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