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Aulas de bambolê em Niterói e no Rio

Pronto. 🙂 Fiz uma página nova anunciando sobre as aulas particulares, em grupo ou em empresas. A princípio, atuo em Niterói e no Rio de Janeiro, mas nada impede que você me leve para outras cidades.

Sou instrutora certificada da Hoopnotica, uma das metodologias de ensino de dança e fitness com bambolês mais conhecidas do mundo. E quero ajudar você a desenvolver jogo de cintura pra VIDA. 🙂

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Clique aqui e saiba mais: Aulas de bambolê (RJ/Niterói).

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Como incluir atividade física na sua rotina…

…especialmente se você não tem muitas horas livres para malhar ou caminhar antes ou depois do expediente:

Inclua o exercício no trajeto para o trabalho.

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Prontas para o batente

Dependendo de onde você mora, pode ficar difícil pedalar. Pra gente, são três míseros quilômetros, e mais um da Praça XV até o trabalho, então não temos muita desculpa. Aliás, chegamos até mais rápido de bike do que de ônibus, já que caminhamos diariamente um trecho sem transporte. Mas você pode descer alguns pontos antes e andar um trecho na ida e outro na volta. Isso já faz uma boa diferença.

Fora o exercício – que, nessa intensidade moderada (o trajeto é muito curto!), faz um bem danado pra saúde, contribui com a perda de peso (tomara) e com a circulação -, o pedal traz um benefício extra, mais importante que os outros, aliás: sabe aquela depressão de “vivo apenas para trabalhar e não consigo fazer nada por mim?”
Pois hoje cheguei em casa direto pro banho e pra frente da TV sem a menor culpa 🙂

Preciso fazer isso mais vezes, aproveitando o horário de verão pra chegar em Niterói enquanto ainda é dia claro. Reza a lenda que vai ficando mais leve com a prática.

Vamos ver amanhã como vai ser. 🙂

Boa semana!

Projeto 37, dia 1: prioridade EU

A essa altura, vocês já sabem que sou uma espécie de embaixadora do bambolê, né? Sou instrutora de hoopdance certificada pela Hoopnotica, que tem uma das metodologias de ensino mais legais do planeta. Fabrico e customizo bambolês e tenho a maior paciência em explicar o que você quiser saber. Divulgo mesmo, porque acho uma das atividades mais incríveis, de verdade. E amo dança de salão – danças, no geral -, pedalo e sou viciadinha em endorfina.

Só tem um problema: moro longe do trabalho. Em outra cidade, na verdade. E tenho um trabalho que amo – e que poderia não ser um problema, não fosse meu senso de responsabilidade com ele: gosto tanto do que faço, acredito tanto naquilo e sou tão comprometida que não consigo deixar pro dia seguinte. Não consigo fazer um trabalho meia-bomba. Não consigo deixar as coisas pela metade.

Hora

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Mantendo a forma para o apocalipse zumbi

Ok, estamos todos esperando o apocalipse zumbiguias de sobrevivência povoam livrarias e internet, séries, filmes e literatura de ficção preparam a humanidade para a invasão iminente. Mas E QUANDO ROLAR? É bom você ter preparo físico, condicionamento, músculos fortalecidos e aprender a subir em muros e grade, hein?

Conheça o Zombie Fit. Mais sobre o programa incrivel de fitness que envolve cardio, levantamento de pesos e parkour, aqui.

* * *

Se tudo der errado, mantenha o ZEN.

Bambo-bambo-bam-bambolê!

Hooper Trooper

Primeiro vieram a nerdolândia toda falando do Wii Sports e os shows da Silvia Machete, a diva que roda bambolê, aperta um fino, canta e solta bolhas de sabão – tudo ao mesmo tempo, e faz tudo bem. Os informativos de fitness (qual é, passei dos trinta, posso assinar newsletters explicando como manter a forma, não posso?) falavam do hoopilates e do uso de bambolês mais pesados nessas academias de ginástica de meia hora para moças. Aí, já viu, né? Achei tendência e ADERI.

Certas coisas vêm de berço
Não se engane, leitor. Eu não sabia rodar bambolê até o ano passado.

Mas cadê que bambolê no tamanho ideal para adultos é fácil de achar?

Me senti novamente com 14 anos, quando só tinha esmaltes coloridos importados e eu fazia os meus com tinta de caneta estourada. Eu teria que fazer meu próprio bambolê!
Passei umas boas horas no hooping.org e procurando links de ecommerce que vendessem os aros de pvc para o meu tamanho – o tamanho adulto ideal é em torno de 90 centímetros, sabia? Por isso que você não consegue rodar aqueles bambolês da festinha de dois anos do seu primo: sua cintura está bem maior agora.

Achei foi um tutorial no bambambam.wordpress.com (excelente fonte de informações e curiosidades do mundo dos aros e, de quebra, achei a Mariana Bandarra, ex-vizinha de condomínio nos primórdios dos nossos blogs (no finado gardenal.org: eu, Lounge. Ela, Norma Propp) – Mariana promoveu o Dia Mundial do Bambolê em Porto Alegre, escreveu o Manifesto e mantém o BamBamBam atualizado pra gente se deliciar com notícias e vídeos. Ob-a!

Achei também a Verinha, gaúcha perdida no Rio de Janeiro, adepta do aro e das tardes bambolezando nos jardins do MAM – e fizemos nossos bambozillas de mais de um metro de diâmetro. Sente só:

Verinha e o Bambozilla
Verinha e o Bambozilla, que deve ser maior que ela! 🙂

Para quem quiser se aventurar, aqui tem umas fotos de como a gente FEZ os bambolês. Yeah.

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Pois. Achar um bambolê que viesse pronto foi difícil, mas não impossível. Na Nacif Esportes, que fica na rua Buenos Aires (centro do Rio), encontrei dois. A dica? Pedir um aro GRD (ginástica rítmica desportiva). Isso eles têm.

Agora tenho 4: o aro de pvc e outro menorzinho e mais pesado, de alumínio. Junto com o bambozilla (que é enorme) e um bambolê de criança, eles fazem um kit fitness perfeito para a pessoa que não frequenta academia.

O aro de pvc comum é leve e gira médio. É bom para iniciar e para treinar truques sem se machucar. Agora já consigo, por exemplo, passar o bambolê do pescoço para a cintura.

O aro de alumínio é bom para exercício, já que é pequeno (ou seja, gira rápido) e mais pesado, exigindo mais esforço e fazendo mais pressão na barriga. Dizem que ajuda a afinar a cintura. Veremos.

O de criança é para brincar nos braços, e o bambolê gigante, por girar mais devagar, é ótimo para iniciantes mesmo, tipo seu namorado, que além de iniciante não tinha o menor jeito pra coisa. Com o bambolê, você não rebola: você oscila. E com um bambolê maior e mais pesado, a oscilação é mínima. É relaxante, bom pra ficar horas conversando, a coluna vai ajeitando… delícia.

* * *

O bambolê tem um baita potencial pra hype. Bambolê é tendência. Veja bem: você não precisa ter uma mega tv e um wii. Ele é portátil, é barato, é sociável. Você pode ter uma vida ao ar livre, ora bolas! Ele exercita músculos centrais, é gostoso, faz bem. Você pode fazer até em casa. Leia isso aqui, ó: http://bambambam.wordpress.com/bambembom/

Se isso ainda não te convenceu, tem essa história da moça que perdeu 46 libras, ou uns 23kg, bambolezndo todo dia de manhã, por uma hora mais ou menos, durante três meses (não é brincadeira: o bambolezinho de alumínio faz suar um bocado.

Se nem assim você se animou…


Golpe baixo

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E aí? Se animou? Eu me animei.

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