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Viajando para a cidade do México: guia de viagem

Eu e Cid resolvemos passar uma semana das nossas férias na Cidade do México. Escolhemos a Cidade do México por ser uma viagem razoavelmente barata, um idioma tranquilão, por ter museus, cultura e sítio arqueológico. Acabamos nos deparando com muito mais do que isso: um povo incrível, mais cultura do que esperávamos, uma cidade em transição de ‘violenta e hiper poluída’ para uma cidade para pessoas, onde se incentiva MESMO o uso da bicicleta, onde espaços públicos são espaços de convivência humana; existe, inclusive, um departamento de estudos sobre a Cidade do México da UNAM (a Universidade Autônoma do México) que produz estudos que subsidiam a criação de políticas públicas sobre a cidade (como isso aqui).

Enquanto turistas econômicos (não ficamos em hotel de luxo e os cuidados que tomamos foram os mesmo que tomamos em nossa própria cidade), que fazem amigos e deixam o coração na cidade, ficamos encantados.

Segue aqui a série de posts sobre a viagem. Espero que gostem:

Onde nos hospedamos, como procuramos hotel, como levar dinheiro pra lá.

Conhecendo a cidade: como montamos nosso roteiro, o que visitamos e o que vamos deixar para a próxima

Como sobreviver à comida mexicana

Cidade do México: Lucha Libre (update em 18 de maio)

Os próximos posts estão em produção. Dá pra ir babando nas fotos, que estão no flickr faz tempo 🙂

– Cidade do México: cultura, resistência e preservação (em breve – assine a newsletter para ser informado quando eu publicar!)

– Cidade do México: cidade para pessoas (em breve – assine a newsletter para ser informado quando eu publicar!)

– Cidade do México: bicicletas (em breve – assine a newsletter para ser informado quando eu publicar!)

Enquanto isso… fiquem com nossos amigos mariachis:

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Saia e bicicleta: enfim, compatíveis!

A querida Françoise deixou aqui no blog uma dica sensacional: como andar de bicicleta usando saia, sem precisar do shortinho por baixo se não quiser as calcinhas aparecendo com a saia voando, ou se quiser usar uma saia mais comprida! Se você não usa saia, mostre para suas amigas ou amigos que usam. Se você não pedala.. bem, pedale. 🙂

Vou compartilhar aqui o vídeo para fins de “posts com vídeos ficam visualmente mais bacanas”, mas recomendo que você veja o post original direto no e-Cycle, um site muito bacana sobre sustentabilidade e consumo consciente. Se eu fosse você, dava uma olhada lá.

Ah, o vídeo:

Simples, né?

Obrigada, Fran!!! 🙂

Lições de empreendedorismo do Kiss

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Ganhei esse livro de aniversário do marido. Para além da história da banda, é muito interessante entender como foi que o Kiss virou o que é: eles sempre encararam a banda como um negócio. Desde sempre, os objetivos já eram claros, o escopo do negócio era claro e, por mais mais ou menos que os caras fossem no começo, eles tinham um diferencial, sobressaíram num mercado saturado e souberam crescer e estabelecer parcerias. Sério. “Nothing to lose – a formação do Kiss” pode ser um super livro de negócios e empreendedorismo, se você quiser.

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Para ler ouvindo o disco “Kiss Alive”

Estabelecendo parcerias

Paul Stanley não foi com a cara e nem curtiu muito as composições de Gene Simmons no começo. Mas ele tinha um projeto, e Gene era O CARA. Mau-caratismo, más referências, isso pode ser impeditivo para uma parceria. Mas impressão é algo pessoal, intransferível e muits vezes está errada. Se Paul não tivesse insistido em Gene, não teríamos o Kiss.

Q

uer se dar bem num negócio? Escolha seus parceiros de trabalho com base no talento e em como eles podem agregar ao seu negócio. Nada adianta manter alguém sem talento só porque é legal, e muito menos não estabelecer uma parceria interessante porque não foi com a cara de alguém Peter Criss e Ace Frehley eram caras difíceis, perdiam a linha e hoje não estão mais na equipe. Entenda de que tipo de parceiro você precisa e invista na parceria certa.

Invista em seus talentos e ganhe algum dinheiro com eles antes de investir no seu sonho

Os caras foram backing vocals de projetos alheios e músicos de estúdio, antes da banda estourar. Isso quer dizer duas coisas:

1 – Que ganhavam dinheiro de dia para investir nos seus próprios projetos à noite e no fim de semana;

2 – e que o melhor emprego não é necessariamente o que você quer fazer da sua vida, mas aquele em que você pode praticar o que faz bem e entender o seu próprio negócio de outro ângulo. Por exemplo, você quer ser fotógrafo e trabalha como assistente de laboratório de fotografia, ou de edição de imagens; quer ser ilustrador e trabalha como arte-finalista ou numa editora (com acesso ao negócio de edição). Você pode não estar fazendo o que sempre sonhou, mas conhece gente na sua área e ganha experiência em algo que você certamente pode ter que fazer alguma hora.

Testes e pesquisas de mercado são fundamentais

É óbvio que o Kiss não começou como nós o conhecemos. A banda tinha outro nome e um orçamento muito mais apertado. Mas os caras não botaram o bloco na rua sem muito ensaio e testes, audições privadas para amigos. Lembre-se de estudar bastante e pegar opiniões para lançar um produto minimamente bom.

O ótimo é inimigo do bom
E saiba bem qual é o seu negócio

E lembre-se de não esperar a perfeição, senão a coisa não sai. Ponha na rua quando estiver bom, apenas, mas deixe que o tempo e a experiência se encarreguem de lapidar seu projeto. Nenhum dos músicos da banda era excelente (Peter Criss era até meio ruinzinho), mas todos tinham a noção clara de que estavam no negócio do entretenimento – que não se resume apenas à música. Seja qual for seu negócio, dê ao seu público-alvo o que ele deseja.

Tenha um diferencial, crie uma narrativa 

Em 1973, Alice Cooper, David Bowie e os New York Dolls usavam maquiagem. Mais umas dezenas de bandas faziam um som inspirado nos Beatles. Se você quiser sobressair num mercado saturado, precisa criar um diferencial, uma identidade de marca e uma narrativa para sua história.

Não desanime com as críticas negativas

Eles tinham certeza do sucesso. Durante anos, a banda não tocou nas rádios – mas os shows ao vivo enchiam cada vez mais. Isso é prova suficiente da qualidade do produto. Não desanime e ache seu nicho. Uma hora, acontece.

Cobre.

Mesmo tocando num clube underground em Amytiville, os caras não saíam no prejuízo – recebiam uma merreca, mas o suficiente, ao menos, para cobrir gastos com ensaio, figurinos, com o espetáculo que estavam dando para o público. O lucro, no começo, não existia – mas o preju também não. Se seu trabalho é bom, sempre vai ter alguém disposto a pagar por ele. Você pode até estar naquela fase do negócio ‘querendo se tornar conhecido no meio’. Tudo bem. Mas veja lá quanto você gasta para trabalhar pros outros, e cobre, nem que seja o suficiente pra não pagar para trabalhar.

 

E foi assim que o Kiss virou o Kiss. Muito trabalho, ensaio, testes, alguma criatividade para sobressair, disposição, certeza de qual é o seu negócio. Você pode ser um empreendedor do ramo criativo ou um empreendedor mais convencional, mas uma coisa é certa: funcionou pra eles e pode funcionar pra você.

Como sobreviver à época de Natal

imageQuer dizer, ainda não. Mas tá quase. Aquela loucura de final de ano, ruas, lojas e shopping centers apinhados de gente, e eu esquecendo de postar por aqui.

– Mas, Lia, você não usa seu site para negócios?

É. Uso. Mas minha ocupação principal – que toma muito mais tempo e me paga muito mais – é lá na firma, e lá na firma as coisas também andam bem agitadas, especialmente na Assessoria de Comunicação, depois de uma série de notícias e lançamentos importantes no final do ano, pois todo o atendimento à imprensa (que quer nos ouvir) passa por lá. Aí acabei esquecendo de vir aqui.

Os negócios paralelos de fim de ano vão bem, obrigada. Muita gente dando bambolês e produtos Eudora de Natal, muitas moças querendo passar o ano novo maquiadas e perfumadas. Assim a gente até pensa que pode viver disso um dia, haha.

Mas o mais legal é a tendência do ‘Buy local’, ou ‘compre localmente’. As pessoas têm preferido comprar dos amigos que fazem, importam, distribuem e vendem do que em grandes lojas. Eu, particularmente, tenho presentes de grandes lojas para dar – livros e mimos comprados pela internet no início do mês (e mesmo assim, tem livro escrito por amiga. CD de grupo musical de amiga. Tem também os produtos que eu mesma vendo), que é pra não ter problemas com atraso ou falta de estoque: se planejar com antecedência é fundamental – você JÁ SABE quando cai o Natal, não sabe? Todo ano é na mesma data. Não tem por que não se planejar. Acho chique.

Não sei qual é a sua faixa etária, leitor querido. Não sei se seus amigos empreendem, criam ou vendem produtos. Se dão aulas, se ajudam a movimentar a economia de forma independente. Se sim, ajude-os neste Natal. São seus amigos, afinal.

Isso, claro, se você dá presentes no Natal – e não se planejou pra terminar todas as suas compras de Natal com umas semanas de antecedência. Qualquer coisa, vale pro ano que vem. Agora, se você não acredita em Natal, ou acredita mas não troca presentes porque acha que é uma data para celebrar o consumismo, tudo bem. Não te recrimino. Celebre o amor e a amizade, que tá tudo certo.

Mas celebre.

Sobre supermercado e compras para a ceia, e considerando que dificilmente a gente alimenta uma família de 30 pessoas reunida dia 25 com os produtos da hortinha, a dica é fácil: aproveite o horário da noite do supermercado. Ontem à noite, umas 20h30, não tinha nem fila. Yay!

No mais, é isso: celebre. Dia 24 tá chegando.

Se precisar de ajuda, reuni uns amigos pra ajudar nessa missão:

https://www.youtube.com/watch?v=MVt_0nw59JE

Celebrem, divirtam-se, e venham aqui me contar tudo depois. Aqui ou .

Beijos e bom Natal pra quem é de Natal. Pra quem não é, celebre assim mesmo.

E, ah, sim. Minhas sugestões de presente:

Bambolês
Maquiagens, hidratantes, perfumes e acessórios
O livro ‘Escolha sua vida’, da Paula Abreu
Uma ou mais arte da Juliana Cabeza
Cerâmicas decoradas da Airumã – Mariana Mansur
Cadernos e mimos da Orrevuá
O cd do Tio Samba

Pra qualquer época do ano, claro.

Como sobreviver a mais um ano sem férias

As férias acabam essa semana (tecnicamente, acabaram, já que fim de semana não conta). Descontando feriados, ponto facultativo e fins de semana, no final das contas a gente passa um terço do ano sem trabalhar… mas esses dois terços podem estragar nossa saúde mental e física, se não tomarmos os devidos cuidados com postura, vista, sedentarismo, relação com colegas e excesso de trabalho.  O sistema de trabalho de expediente de 8h + almoço é louco demais, considerando que trabalhamos em horário comercial e não podemos frequentar academia, buscar filhos na escola, ir a médico (só tem uma hora de almoço), resolver coisas pessoais. Se você quiser trabalhar apenas seis horas no seu emprego, ganhando proporcionalmente pelo tempo que trabalha, também não pode. Então bora otimizar essas oito horas com exercícios, paradas para não estragar a vista e produtividade (pra não precisar ficar além do horário).

Essas dicas do LifeHacker são puro ouro para manter os níveis de energia adequados, e trabalharmos com prazer. Estafa?  Não é pra mim. Leia o artigo em
http://feedly.com/k/1eOIypz .

Aprendendo a organizar – por enquanto, está promissor

Agora que estamos montando nossa casa meio que do zero – digo “meio que”, porque a cozinha já está 100%, e objetos nós temos -, estamos fazendo um certo esforço para que tudo tenha seu lugar. Somos bastante desorganizados e teremos que mudar algumas coisas na nossa rotina – acrordar bem mais cedo e chegare em casa bem mais tarde, por exemplo. Passar boa parte do pouco tempo que temos pra curtir a casa arrumando e procurando coisas  vai ser f***. A ideia é realmente ter lugar em casa pra TUDO, não precisar esquecer nada em lugar nenhum.

(pausa para propaganda: curta www.facebook.com/LoungeBlog para se manter informado dos movimentos aqui do site também pelo facebook)

Parece besteira, mas essas coleções tomam um tempo danado da gente. Ganhamos mais uns bons minutos na semana – nossos e da faxineira – com essa solução prática e charmosa – não é nada, não é nada, é mais meia hora investindo na gente, e não nas nossas coisas. Já faz uma bela diferença.

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E você? Tem alguma dica de organização pra me dar? Aceito!

Lia Amancio fala sobre vintage

Menina Maçã passou pra Sabrina Ferreira que passou a bola pra gente: o que você mais gosta de ‘vintage’? Que referências você tem, o que você usa? Compra pronto ou manda fazer? São 16 perguntinhas. Como eu já curto fazer um videozinho no youtube, não resisti e fiz isso aqui pra vocês:

https://www.youtube.com/watch?v=L_dJOpDKY64

"Taylor-made"

Amigos jornalistas: “conteúdo taylor-made” NÃO. Não é o TAYLOR que está fazendo, ok? TAILOR-made, gente. Sob medida. Alô, galera da redação. E vocês aí falando de GAFE.

BB Cream L’Oréal – onde "BB" é "bom e barato"

Todo mundo correndo pra farmácia pra comprar o BB cream da L’Oréal em 3, 2, 1…
Drogarias Pacheco, amiga. Menos de 30 pilas (27,90, pra ser mais exata).
Meu veredito: bacana pro dia-a-dia. Não é tão leve quanto aquela base amor da Maybelline, mas é mais leve que uma base comum, e se basta sozinho – é um produto que tem filtro solar, corretivo, controla oleosidade, tudo junto – ou seja: não tem que usar mais nada. Não faz milagre, mas ajuda um bocado a dar uma cara de dignidade quando a gente tá meio tosca – e sem precisar vender seu rim.
Vai na fé, amiga. Vai que é bacana e tá mais barato do que qualquer coisa que você compre na Sephora.

Segredo de beleza de Lia Amancio

Pra manter essa carinha de 28 anos aos 33, cinco coisas são fundamentais:
– Vida conjugal feliz
– Beber cerca de 1 litro e meio de água por dia
– Cuidar da alimentação (não quer dizer viver em dieta, mas cês sabem que excesso de fritura deixa a pele oleosa, né?)
– O sono da beleza (quer dizer: só dormir menos de 7h por noite em dia que tem aula da pós, e mesmo assim, não muito menos de 7h/noite. SEMPRE penso no dia seguinte e em como é horrível trabalhar virada, ou perder o sábado/domingo dormindo quando eu podia estar fazendo algo produtivo ou divertido)
– e tem aquela dica que não lembro qual ícone da beleza e elegância deu, mas é uma espécie de lema de vida: não deixar JAMAIS que te vejam cansada. Deu sono? O corpo pediu arrego? Você não tem que ficar na rua: pegue um táxi pra casa, garota. Ninguém vai te ver cansada *e* sua saúde agradece.

E você? O que recomenda?

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