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Liberdade, liberdade!

Recentemente, dei várias entrevistas sobre cabelos grisalhos. Dá pra fazer um clipping, hahah. Esta do Jornal O Dia é uma delas:

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Sim, essa aí da foto sou eu. E não, não usei técnica nenhuma pra ter “granny hair”. Pelo contrário: abandonei a tinta quando percebi que tinha cabelos brancos suficientes pra que eles estragassem usando amônia ou água oxigenada. Nenhum loiro, nenhum ruivo, por mais vivo e lindo que fosse, ia me fazer ter cabelo BONITO se eu não parasse já com esse hábito que estragava meus cabelos.

Se foi fácil aceitar os brancos? Talvez pra mim tenha sido um pouco mais fácil, porque faço terapia há anos; porque tenho uma base emocional forte, de família; porque amo minha família e entendo que o cabelo branco é, também, uma identificação genética (até porque não tenho nem quarenta anos); e porque sempre fui “a diferente”, sempre me orgulhei de sobressair na multidão – e, num mundo de ruivas e loiras tingidas, qual é a maneira mais fácil de sobressair? Ser você mesma.

Mas não é fácil. Nossa sociedade supervaloriza a juventude em vários níveis (e cabelo branco costuma ser indício de velhice, mesmo que apareça aos 17 anos). Da senhora que enche a cara de toxina botulínica pras rugas não aparecerem, ao jovem gerentinho da startup que acha que só porque você tem 40 anos é um velho e não sabe de nada, até nossos sistemas de previdência, que tratam os velhos muito mal. Os mesmos velhos que trabalharam a vida inteira para construir o que você, jovem, tem acesso. Bora respeitar os velhos, galera.

O que mais ouvi na transição foi “em você fica lindo, mas em mim eu não consigo, parece desleixo”. Então eu cuido da minha saúde, saio de casa impecavelmente maquiada, escolho com todo o cuidado o que vou vestir, e você vem dizer que “parece desleixo”? E por que em você pareceria?

Porque eu abracei isso como uma OPÇÃO.

Porque, pra fazer as pazes com meu cabelo, eu precisei ACEITÁ-LO. Precisei me aceitar como sou e entender que tentar desesperadamente disfarçar essa quantidade toda de brancos não ia fazer nada pela minha autoestima. Precisei me aceitar de verdade. Precisei, também, questionar a sociedade que acha homem grisalho charmoso e mulher grisalha desleixada. E depois de ver lindas mulheres com madeixas cinza, vi que essa era uma mentira que nós mesmas criamos pra justificar nosso próprio desconforto com a passagem do tempo.

Agora já posso até pintar os cabelos de novo. Mas agora, consciente de que é uma opção.

Mas não quero. Estou livre da escravidão do retoque de raiz. E cada um com seu cada um – mas eu, particularmente, nasci para ser livre.

E você? Como anda sua autoestima? Você tem se escondido ou se aceitado ultimamente? Você tem vontade de se libertar de algum padrão? Me conta.

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A importância de um plano B (e um C, um D, um E…)

Se você fosse demitido hoje, ou se você tivesse um piripaque qualquer e não pudesse voltar ao seu trabalho, ou mesmo se você ficasse muito de saco cheio – o que você faria? Qual é seu plano de contingência?

E se você não tivesse aquela rescisão? Se você não fosse contratado CLT e não tivesse muitas reservas, e se visse sem sua fonte principal de renda?

Você tem um plano B?

Como você pagaria suas contas? Você tem uma fonte de renda alternativa? Um hobby que produza bens que possam ser vendidos?

Seu currículo está atualizado? Seu portfólio está atualizado? Por quanto tempo você conseguiria sobreviver com o que você guardou? Você tem dívidas?

E aí?

Qual é seu

Você se planejou para ficar sem emprego (ou uma fonte de renda principal)?

– Ah, nunca chego em casa com cabeça pra isso…

Bom, se seu trabalho é estressante, talvez seja hora de pensar nisso com carinho. Se sua forma de contratação não traz estabilidade, talvez seja hora de pensar nisso com carinho. Se seu negócio está começando a dar prejuízo, se o perfil do nosso congresso atual ameaça sua tranquilidade, botando projetos em pauta que podem tirar seus direitos… está na hora de você pensar nisso.

O que não dá, não dá MESMO, é pra ser pego de surpresa. E o ideal é que você aproveite ESTE momento – que você tem alguma segurança, um salário, uma rotina – pra investir em algo que possa te trazer algum benefício caso as coisas não saiam como esperado.

Eu vendo produtos de beleza, autoestima e bem-estar na forma de cosméticos da Eudora (marca do Grupo Boticário) e bambolês. Quando podia, investi em mostruário, em material para confecção, em treinamento formal para virar instrutora de hoopdance. E ainda montei um site para vender meu trabalho como consultora de comunicação. Também invisto neste mesmo site que você está lendo aqui, pois centraliza todas as minhas paixões em um lugar só.

(bom, também tenho uma banda de jazz, mas como dependo da boa vontade e dedicação dos músicos se quiser um dia ganhar dinheiro com ela, não vamos contar com isso, certo?)

E isso, SEM USAR o tempo no trabalho. Sem trabalhar nos meus projetos pessoais durante o expediente. Porque eu valorizo o trabalho que tenho, e entendo a importância do trabalho na minha vida. Ah, te falei que moro em uma cidade e trabalho em outra?

– Se você ainda não descobriu suas paixões, o livro “Paixão – modo de usar”, da Paula Abreu, pode ajudar (e é bem baratinho).

– Se você já descobriu mas continua dando a desculpa da falta de tempo, tem o outro livro da Paula, o “Escolha sua vida”, que é um grande trabalho pra ajudar a motivar você a correr atrás do que você deseja. Aqui você tem a versão impressa e aqui você tem o link para a versão e-book com livro de exercícios e audiobook.

– E se você apenas precisa de TEMPO, assine aqui minha newsletter que te aviso assim que publicar o post contando como gerencio meu escasso tempo. 🙂

Um grande beijo,

Lia

Qual é a boa para 2015?

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A boa, pra mim, é encontrar mais equilíbrio. Me botar limites.
Eu trabalho com o que gosto, e também canto, danço, faço arte, bamboleio, pedalo, desenho. Mas não tem sido suficiente para evitar o buraco no estômago (sim, sofro de gastrite, e ela piora em momentos de tensão).
Não me orgulho de sair de casa às 7h30 e só chegar às 21h, e de nem conseguir fazer exercício-criar-ler notícias-saber o que acontece no mundo-cuidar de mim mesma antes ou depois deste período. A maioria das pessoas acha uma horinha por dia, né? Nem que seja pra ir à manicure. Eu não. Tem que ser ANTES ou DEPOIS disso. Aí é dureza. Médico? Tou em falta também, já que eles trabalham no mesmo horário que eu. 😦

* * *

E aí que eu tava lendo esse livro “344 questions?”. Conhece?

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Não é exatamente um livro de texto, mas sim de diagramas e esquemas com milhares de perguntas sobre como você está conduzindo a sua vida. As perguntas são sugeridas por dezenas de pessoas criativas do naipe de Judd Apatow, Wayne Coyne, Ze Frank, Debbie Millman e, é claro, do autor do livro, Stefan Bucher.

À primeira vista, parece um livro bem besta. Mas me deu aquele ‘clique’. E aquela vontade de chorar.

Sanity

Porque eu amo o que eu faço. Eu acredito no que eu faço. Eu tenho tempo para atividades de lazer. Eu crio algumas coisas, sim.

Mas se você me perguntar como estou me educando, neste momento, não sei responder – embora saiba responder como eu mudaria o mundo. O que me prende. Se já fiz algo do qual eu possa me orgulhar. Se eu ganho o justo pelo meu tempo. Como tenho estragado meu corpo. E não me orgulho nada das respostas a essas e a outras perguntas.

E eu sei que não posso mudar o mundo. Mas tenho total condição de ajudar pessoas que desejam mudanças nas suas vidas, como eu mesma já mudei (e continuo mudando) várias coisas na minha. Pessoas que querem mais arte em suas vidas. Pessoas que querem mudanças e só precisam de um empurrão.

* * *

Já li dezenas de livros de autoajuda e desenvolvimento pessoal. Todos com soluções brilhantes para os problemas das vidas da gente. Pois descobrir QUAL É o problema é a parte mais difícil. Onde é que deu errado. Pois “344 questions?” é de grande ajuda neste processo.

Aqui, uma resenha bacana do livro no BrainPickings. Se quiser comprar, clique aqui e vá de Saraiva, que eu ganho uma comissãozinha (o livro tá barato, 25 pilas).

* * *

Respondendo à minha própria pergunta, a boa de 2015 é impor limites a mim mesma. É conseguir não apenas o tão desejado equilíbrio, como fazer com que a balança pese mais para o lado positivo.

Para que todo o amor que ajudo a espalhar nesse mundo sirva para fazer bem para mim e para as pessoas à minha volta, e não apenas para contrabalançar uma rotina tão pauleira que me come o estômago.

E pra você?
Deixe seu comentário 🙂
Beijos!

A vida simples é boa

Atenção para o link a seguir. Clica lá:
http://sobrebudismo.com.br/o-zen-e-tedioso/

Não sou budista, mas simpatizo. Já fiz meditação zazen e esbarrei na falta de tempo para aprofundar os estudos e frequentar o templo mais do que uma hora por semana. Você pode dizer que “quem quer arrumar tempo, arruma”, mas se eu te passar minha agenda, meus horários, um pouco da minha vida pessoal e o fato de não trabalhar na mesmo cidade onde moro (a viagem é longa), você vai entender. Pra você ter uma ideia, as práticas Zen em Niterói começam quando eu ainda estou saindo do trabalho. Ou terminam (pela manhã) quando eu já deveria estar no trabalho. Aí enfraquece. Mas tento meditar com alguma frequência, mesmo sem o estudo de uma filosofia ou uma prática religiosa. Porque me faz bem.

De qualquer forma, peguei esse texto no facebook da Carol Asch e me peguei a pensar: é, é isso mesmo. Meditar é isso, e atingir a iluminação, mais do que ter onda (e a gente tem, viu? A gente tem), é perceber-se vivo e aqui. É quando você se dá conta dos seus cinco sentidos nos momentos mais prosaicos. É se sentir pleno, como o autor do texto lembra, pelo simples ato de comer uma tangerina.

Tomar umas cervejas pra desestressar é fácil. Comprar tem efeito de bem estar imediato, comer também. Jogar joguinhos de computador ou celular é fácil, e deixa a mente em outro lugar. Mas é deixar a mente em você? Prestar atenção em si mesmo, na sua respiração, no agora, no ato de estar vivo?

Quem curte?

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Olha, é difícil. Tem muita coisa pra fazer na vida. Mas eu curto, e espero que você também curta. Dizem que prolonga a saúde. Dizem que você aprende a lidar com os momentos de tensão a ponto de não correr o risco de infartar, como boa parte das pessoas com problemas de pressão alta.

Dizem.

Tem funcionado.

Medite um pouquinho, 20 minutinhos por dia, e no final de vinte dias, me conte o que aconteceu.

A vida é tediosa, sim, e isso é uma delícia. Mas quem precisa de emoções fortes?

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Essa vista aí no final da tarde já me faz sentir suficientemente viva.

Como controlar a raiva

Acessos de raiva podem machucar os outros e a si mesmo (quando a pressão sobe, por exemplo, ou quando entramos numas de comportamentos autodestrutivos). Acessar as emoções do momento na infância em que você aprendeu o padrão de raiva que te transformou na bomba relógio que você é hoje é fundamental (você vai, possivelmente, precisar da ajuda de um terapeuta).

Leia o artigo a seguir (em inglês):
http://omtimes.com/2013/10/stop-angry-person/

Precisa de ajuda? O trabalho da Mariana Viktor e do Marco Antonio Beck é excelente. Visite o site deles como ponto de partida – entre em contato ou faça, a partir dali, suas próprias conexões.

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O que te faz reconectar com sua essência?

When the dog bites, when the bee stings, when I’m feeling sad – I simply remember my favorite things and then I don’t feel so bad – Maria Von Trapp

Todo mundo tem fases em que as coisas não vão bem. Ou vão, mas sabe como a gente funciona, né? Na nossa cabeça, tudo estressa, dá errado, tou feia, minhas roupas estão apertadas e o mundo está conspirando contra mim – mimimi.

Mas todo mundo também tem alguma coisa, uma coisinha de nada, que seja, que remete a uma sensação boa, a alguma época em que tudo dava certo, em que você se senta bem consigo mesmo. E, muito provavelmente, você não tem feito isso ultimamente.

Não venha me dizer “ah, na época em que eu não trabalhava eu era mais feliz”, porque hoje você tem contas a pagar e essa não é uma opção – e porque não estamos falando do que você não fazia, e sim do que fazia ativamentepara se sentir bem. Também não venha me falar “ah, eu cheirava” ou “eu bebia toda noite” porque, bem, eu e você sabemos que essresses são artifícios muito eficazes para produzir uma sensação momentânea de bem estar, mas no dia seguinte os problemas são os mesmos.

Eu quero que você vá além. Você tinha uma brincadeira preferida. Você desenhava mais. Você se sentia bem toda vez que ia à praia, que andava descalço, que fazia trilha. Um cafuné era mais do que suficiente pra te acalmar. Vamos lá, lembre-se do seu estado mais puro de bem estar (não o bem estar induzido por químicos. Tou falando daquele bem estar que você tirava dedentro de você).

Lembrou?

O que era?

E o que te impede de fazer isso hoje?

Não precisa ser agora. Pode sser quando chegar em casa. Pode ser no fim de semana. Mas faça.

Quando me sinto acuada pelo mundo, arrumo um tempo pra desenhar. Quando me vejo perto de esquecer que sou um mulherão, pego meu bambolê e rodopio como se não houvesse amanhã – e como se essa sensação chata não existisse. E, como que por milagre, ela realmente deixa de existir.

Porque fazer arte, porque dançar em círculo com meu campo de força particular, isso tudo me coloca em contato comigo mesma. E eu, por baixo de todas as neuroses e couraças que construí ao longo de 36 anos de existência, sou um ser… sem neuroses e sem couraças.

Você também é, posso apostar.

Então pense naquilo que te faz genuinamente bem, que te colocar em contato com seu verdadeiro eu. E faça agora, ou até o próximo fim de semana.

Por pelo menos três semanas.

E depois volte aqui pra me contar como você tem se sentido.

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Projeto Autoajuda: visualizações e sorte

Com essa história de morar em outra cidade, ainda que o acesso ao meu local de trabalho seja até mais fácil do que pra muita gente que mora no Rio mesmo, tenho lutado contra a falta de tempo pra fazer o que eu quero – e são muitas as coisas que eu gostaria de poder fazer. Escrever mais, cozinhar (chego em casa cansada demais pra isso), ver mais filmes e séries… Tá dureza. Da hora em que acordo, já na pilha de tomar banho e engolir o café da manhã, até a hora em que chego em casa, lá se vão 13 HORAS DO MEU DIA. Faça as contas e descubra quanto tempo passo com meu marido e minha família e quanto tempo tenho pra dormir. Yay! – só que não. Desenhar, escrever, profissionalizar uns hobbies… Vai ficando complicado.

(esse post foi inteiramente digitado no celular enquanto pego a barca, enquanto rodo bambolê em casa, ando de busão… Pq o celular cabe na bolsa, na mão… a tecnologia existe pra me ajudar a otimizar minha vida, não é minha vida que precisa girar em torno dela… certo?)

Uma das minhas questões – que preciso resolver – é a do dinheiro e da prosperidade: tenho planos que só podem ser executados com um pouco mais de verba do que levanto atualmente com meu emprego 9h às 19h. Também tenho produtos à venda, mas pouco tempo para marketea-los adequadamente. Acredito na renda passiva, mas agora está fora de cogitação – ou escrevo um e-book ou janto, tomo banho e fico um pouquinho com meu marido. O livro acaba ficando em segundo plano.

Então resolvi apelar para a mentalização e a manifestação do dinheiro. Porque isso aqui é o Projeto Autoajuda, né? Se dá certo nos livros…

Tenho feito a técnica dos Abraham-hicks. Tenho usado as dicas que tenho lido por aí, de como manifestar dinheiro de forma objetiva. E os resultados ainda podem melhorar, mas já consegui vender muitos bambolês essa semana; e ontem mesmo fiz uma venda muito doida de maquiagens – eu estava sentada numa mesa e as clientes simplesmente apareceram, experimentaram e fizeram encomendas. Muitas. Em um tempo recorde. Milagre? Universo conspirando a meu favor?

Sim. Não. Quer dizer, talvez.

E é aí que o projeto Autoajuda faz sentido. Eu posso acreditar que visualização e manifestação de dinheiro na minha vida funcionam, e vender essa ideia de forma simplista e milagrosa, como muitos autores fazem. Normal, as pessoas querem fazer o que traz resultados. Mas também posso tentar entender como isso funciona – se é que funciona mesmo, e não sou só eu sendo otimista. Porque eu sou otimista. Na verdade, tenho mais facilidade em aceitar teorias com fundamento científico. E se você também tem essa necessidade de entender as coisas antes de acreditar nelas, vem comigo. Vou te explicar como a visualização funciona.

Funciona porque eu acredito. 🙂 mas não acho que tem nada de místico e esotérico nisso. É simplesmente porque, se não acreditasse, talvez não tivesse me empenhado em atender esse fluxo de clientes de uma maneira simpática e personalizada, de modo a gerar recomendações; em criar essa carteira diversificada de produtos; em estabelecer uma meta factível, em vez de tentar me enganar viajando na possibilidade remotíssima de tirar meu saldo e descobrir um milhão e meio na conta. Com essa meta factível, eu sei o quando devo trabalhar pra conseguir, e foco em conseguir, e não em não ter. Tirando o foco do problema e focando na solução, eu não tenho problemas (Yay) e a cabeça funciona melhor. Na hora de atender aos pedidos e prestar atenção nas oportunidades, ainda mais com essa minha agenda louca, manter a cabeça focada é fundamental.

E os pedidos chegam porque eu tenho sorte. Só que, pra mim,

Sorte é reconhecer uma oportunidade quando ela aparece.

Com um pouquinho de planejamento para caso o acaso me sorrisse (como sorriu), eu tinha vários cartões de visita comigo. Se precisar, tenho como acessar o catálogo com os produtos de onde eu estiver. Porque não sei se adianta muito ter sorte e não estar preparado para lidar com ela, pra colher os louros.

Sorte também é planejamento. Naquelas, né? Se planejar muito, planeja, planeja, e não executa nunca. Mas é bom se prevenir. “por sorte, trouxe comigo”. Sorte, não: sabedoria.

Então é isso. Visualize. Manifeste. Mas visualize e manifeste – e aja como alguém que realmente quer.
E esteja preparado para conseguir. Não adianta ter “sorte” e não prestar atenção nela, não estar preparado para abraçá-la.

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Abundância de bolinhas!

Desejar é o primeiro passo para conseguir

Às vezes demora. Muitas vezes requer ações específicas da nossa parte se quisermos conseguir – e, por isso mesmo, é sempre bom desejar com objetividade pra saber por onde começar a correr atrás. Às vezes vem sem o menor esforço, e você precisa estar preparado pra ter aquilo que você deseja. Às vezes parece que veio fácil, mas a real é que você trabalhou a vida inteira por aquilo. Com ou sem esforço, desejar é o primeiro passo pra conseguir alguma coisa.

Então, cuidado: saiba muito bem o que você realmente deseja, do fundo do seu coração.

Seja específico e objetivo – até porque se demandar esforço, é bom não haver retrabalho ou esforço por algo que você nem queria muito, ou queria, mas queria diferente.

Nada te impede de desejar o que quiser, mas uma meta factível faz com que seu cérebro não te sabote – se você mesmo desacreditar do seu desejo e achar que não vai conseguir, com que forças vai mover o mundo à sua volta pra conseguir? 

Preparado?

Então agora pense no que acabou de ler e faça um desejo.

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Mensagens motivacionais

Na versão antiga do site do Projeto AutoAjuda, eu bem que queria colocar uma página de ‘Mensagens de Autoajuda’. Porque o projeto tem esse tom de estudo, o que funciona, o que não funciona, o que REALMENTE ajuda e o que é balela, mas vamos combinar que isso ninguém lê – galera quer é fotinho da Clarice Lispector, frase bonita e curtinha (não necessariamente creditada ao autor certo) pra levantar o ânimo. Mas eu queria fazer DIREITO. Só tem um problema: minha autocrítica duvida da minha capacidade de motivar pessoas com frases – há dias em que acordo inspirada, e vocês podem até achar coisas interessantes aqui, mas no geral sou ácida e sarcástica. Tou mais pra ‘frases motivacionais da depressão’ ou algo assim.

(ah, isso já existe e se chama Despair.com)

Mas a Juliana Garcia é profissional, TRABALHA com coaching, é especialista em motivar pessoas. E se você quiser receber todos os dias uma frase pra começar bem seu dia, assine o serviço de mensagens do Personare com mensagens elaboradas pela Juliana.

Não, não tou ganhando nada com isso, comissão em cima, nada. É que eu acredito no trabalho dela e acho que você pode curtir também.

Vai lá. Sai mais barato que um espresso POR SEMANA, o que não vai te impedir de tomar um espresso por dia e, claro, se sentir ainda mais motivado. Yay! Café. YAY!

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Questão de perspectiva

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Tudo é uma questão de perspectiva

E eu desenho um pouco.

 

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