Começando os trabalhos

Motivação: embora não tenha expediente hoje, acordei às seis pro pilates DO MESMO JEITO. Yay!

Motivação 2: duas horinhas de internet e RUA! Furar parede, limpar o chão depois, fazer comida, , sair pro ensaio. YAY!
Exercício de mentalização – trabalho em grupo: saca BOZÓ? Aquele personagem que tá mais preocupado em mostrar o crachá, em tirar onda porque é aspone (“ah, mas é da Globo!”)? Agora transpõe pra vida real. Não precisa ser só no seu trabalho, não: pensa naquela criatura que passa o dia tirando onda por estar onde está, mas fazer um bom trabalho, que é bom, necas. Na criatura que tira onda de pertencer a um time, a um grupo, mas quem faz o trabalho difícil na equipe são sempre os outros. 
Agora afasta mentalmente essa pessoa da sua vida. Não, não pense nel@. Pense na sua vida SEM essa pessoa, mesmo. Pense no grupo, no time, sem el@. Isso. Faça seu trabalho como se aquela pessoa NÃO estivesse ali, NÃO fizesse parte do todo. Aí a coisa flui.
* * *
Estou avançando na leitura do tal ‘Poder sem limites: o caminho do sucesso pessoal pela programação neurolinguística’. O livro parte do princípio de que você pode fazer o que você quiser com excelência, desde que:
a) descubra o que seu ‘modelo’ fez para chegar lá;
b) aprenda a se portar como os mestres naquela área (movimentos, trejeitos, etc), copiando ações e crenças;
c) a partir daí, seu corpo começa a introjetar que você REALMENTE faz aquilo;
d) além do mais, movimentos, força muscular, etc etc etc, também fazem parte da técnica, afinal;
e) e quando vê, está fazendo.
Mas peraí? E aprender a técnica? Isso funciona pra TUDO? Tudo MESMO? Aprender a técnica não é o princípio básico para fazer? Se você aprende, você faz! Como assim, pular a etapa do aprendizado? 
Bom, duvido um bocado que isso funcione pra TUDO, mas pra algumas coisas acho até que a técnica não é totalmente desprovida de sentido, veja bem:
Imagine que você quer ser um exímio guitarrista. Você já sabe o básico, mas agora chegou a hora de virar um [insira seu guitarrista favorito aqui]. Então você acredita que pode, e passa a analisar todos os movimentos do cara. E a fazer igual.
Isso te TRANSFORMA num exímio guitarrista, não? Porque boa parte do ofício é dedilhado e strumming. E se você estuda os trejeitos necessários pra produzir aquilo com perfeição, automaticamente você estuda como FAZER aquilo com perfeição. Mesma coisa com a culinária. Com a dança. Até mesmo com a escrita – você começa a usar melhor as palavras, escreve mais, lê mais, produz mais.
Bom, isso aí é um resumo BEM rasteiro da técnica usada no livro. Tem mais. E eu tou testando pra três coisas diferentes (vocês podem imaginar, mas acho que só digo aqui que funcionou quando realmente funcionar). 🙂
* * *

O resultado da furação de parede nova você pode ver aqui embaixo – acabei de instalar o suporte desse prato lindo de calavera da Airumã, ilustrado pela minha amiga talentosíssima Mariana Mansur:

Muito amor pra vocês em 2013, gente!
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Publicado em janeiro 3, 2013, em autoajuda e marcado como , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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