Falta de assunto?
A separação de Barbie e Ken é, inacreditavelmente, notícia da CNN.
O que o site não menciona é que a separação do casal mais doentiamente perfeito da América já havia sido, de certa forma, antecipada pelo escritor Neil Gaiman num dos episódios da saga de Morpheus, o mestre dos sonhos, também conhecido como Sandman, que este moço teve a bondade de me emprestar – acabando, assim, com uma falha de caráter que eu tinha e sempre soube que seria prudente corrigir mas não tive a oportunidade até então.
* * *
Continuando..
Aliás, leiam o excelente texto sobre a Maratona do Odeon de sexta-feira passada. Teve “Capturing The Friedmans”, “Confidence” (que eu já tinha visto no Festival do Rio ano passado) e “School Of Rock”, recentemente comentado aqui.
* * *
Mas então?
Então que o jornalista Carlos Graieb faz uma resenha competente até certo ponto: primeiro, peca em afirmar que “É difícil imaginar outro ator capaz de interpretar tão bem o herói de Escola de Rock, por um simples fato: Jack Black tem, há mais de dez anos, sua própria banda, a Tanacious D.”
Nota do blog: é Tenacious D. E, gente, eu juro que não sabia dessa! 🙂
Voltando à crítica da crítica, o fato do ator ter uma banda não o torna apto para interpretar o personagem, uma vez que ter familiaridade com guitarras não impede a profusão de músculos faciais exageradamente movidos por Jack Black para compor, caricatamente, seu Dewey Finn.
Mas isso é o de menos.
Ele parecia enveredar por um bom caminho ao mencionar Billy, o personagem do ator-mirim Brian Falduto – o guri que queria ser o estilista da banda. Além desse moleque ser meu personagem favorito no filme (demorou pra fazerem um teste do Quizilla “que criancinha prodígio de School of Rock você é?”), aposto um braço (o direito, se eu estiver errada) como o laboratório para o personagem foi observar os trejeitos do Carson, de “Queer Eye For The Straight Guy”. Mas, para um crítico de cinema, apontar Billy como “provavelmente, o mais jovem personagem gay do cinema” me soa um tanto desinformado, já que o próprio Billy lembra demais Ludovic, o personagem do francesinho Georges Du Fresne em Minha Vida Em Cor-de-rosa (Ma Vie En Rose, 1997), uma história singela, que me levou às lágrimas, sobre o menino que achava que era menina.
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Vampará de falar de “Escola de Rock”? Teve gente que não viu!
Tá.
Então vamos fazer um jabá do show do Chibuku, banda alemã de Psychobilly, que toca no Garage (o lugar mais bem fornido de condução para outros cantos da cidade), neste domingo (geralmente um dia em que ninguém tem nada pra fazer mesmo), pela módica quantia de R$5,00 (ou seja, falta de grana não é desculpa).
Maiores informações aqui.

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Publicado em fevereiro 13, 2004, em Uncategorized e marcado como . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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